PARCERIAS DR² PARA CONSULTORIAS DE SAÚDE

A IA entrou no hospital. A próxima reunião será sobre responsabilidade.

Parceria técnica para consultorias que atendem hospitais, clínicas, operadoras e redes assistenciais e precisam responder pela governança institucional de IA.

Quando a diretoria pedir a lista das ferramentas em uso, a evidência de validação, o registro da revisão humana e a regra de suspensão, sua empresa precisa chegar com uma resposta completa.

A DR² trabalha ao lado de consultorias que já conhecem a instituição. A conta permanece sob liderança do parceiro. A análise clínica, técnica e regulatória fica conosco.

Analisar uma conta com a DR²

Conversa reservada com os sócios da DR², a partir de uma situação que já apareceu na sua carteira.

A demanda já está dentro da conta.

Ela entrou pelo transcritor da consulta, pela nova função do prontuário, pelo algoritmo incluído no contrato de um fornecedor, pelo copiloto testado por uma equipe ou pelo modelo generativo usado para organizar informação clínica. Quando a instituição percebe, existem ferramentas diferentes, dados sensíveis circulando e decisões influenciadas por sistemas que chegaram por caminhos distintos. Uma política genérica resolve pouco nessa altura. A diretoria precisa saber qual ferramenta está ativa, que versão executa, qual informação recebe, que resultado produz, quem revisa, o que fica registrado e em que situação o uso será interrompido. A consultoria que já conhece o hospital recebe essa pergunta primeiro.

O CFM passou a exigir avaliação de risco, governança e monitoramento.

A Resolução CFM nº 2.454/2026 trata de avaliação preliminar de risco, processos internos de governança, auditoria, monitoramento, transparência, proteção de dados e supervisão humana. Para instituições que adotem sistemas próprios de IA, a norma prevê Comissão de IA e Telemedicina coordenada por médico e vinculada à diretoria técnica. A pergunta deixou de pertencer a uma área isolada. Ela alcança diretoria técnica, qualidade, jurídico, tecnologia, segurança da informação e gestão de risco. Quem já conduz qualidade e segurança dentro da instituição tem acesso à conversa. Falta reunir, na mesma análise, fluxo clínico, comportamento do sistema, arquitetura de dados, validação e documentação. É nesse ponto que a DR² entra.

O uso real vem antes do documento.

A DR² reconstrói como cada ferramenta entrou na rotina, inclusive as partes que nunca foram registradas. Seguimos a informação desde a origem até a decisão humana. Separamos automação administrativa de influência clínica. Comparamos a promessa do fornecedor com a evidência apresentada. Examinamos o que muda depois de uma atualização e onde a revisão humana existe de fato. O hospital passa a identificar quais usos permanecem autorizados, quais exigem validação local ou controle adicional, quais fornecedores precisam apresentar documentação técnica, quem autoriza novas aplicações, o que precisa ficar registrado, como um incidente será tratado e quando a ferramenta deve ser suspensa. O documento nasce depois dessa leitura. Antes dela, seria papel bem escrito cobrindo uma operação desconhecida.

Sua empresa continua à frente da conta.

A empresa parceira leva o conhecimento da instituição, dos decisores, da cultura interna e do sistema de qualidade. A DR² acrescenta análise clínica, ciência de dados, arquitetura, validação, rastreabilidade e leitura regulatória. Antes do primeiro contato com a instituição, ficam definidos quem participa das reuniões, como as marcas aparecem, quem apresenta cada parte, como os materiais circulam, quem mantém o contato comercial e como novas demandas retornam à parceria. O cliente recebe uma resposta coerente. A relação construída pela sua empresa permanece protegida.

O primeiro trabalho costuma começar em uma destas situações.

A equipe utiliza modelos generativos com informação clínica. A instituição perdeu o registro de onde a informação entrou, qual conta foi usada e o que ficou armazenado. Um fornecedor ativou IA dentro de um sistema já contratado. A função chegou antes da análise de risco, da validação local e da definição de responsabilidade. A diretoria solicitou uma política institucional. A organização ainda não possui uma lista confiável dos usos existentes. O hospital criou uma comissão. Os participantes ainda não têm critérios para autorizar, restringir, acompanhar ou suspender uma aplicação. Um piloto começou a influenciar o cuidado. O desempenho local, os erros por subgrupo, a versão do modelo e a revisão humana não estão registrados de maneira consistente. Qualidade pretende incluir IA na gestão de risco. A equipe domina evento, processo e evidência, mas precisa compreender o sistema técnico que produziu a saída.

O que o cliente passa a saber

Quais ferramentas estão em uso. Que decisão cada uma influencia. Que dados entram e onde são processados. Quem autoriza, revisa e registra. Que evidência será exigida do fornecedor. Quais usos permanecem liberados. Quais exigem controle adicional. Quais precisam ser interrompidos. Como atualizações serão reavaliadas. Como incidentes serão registrados e tratados. Com essas definições, a diretoria deixa de discutir IA de maneira abstrata e passa a decidir sobre usos identificados, responsabilidades nomeadas e riscos conhecidos.

O primeiro trabalho abre os próximos.

Depois de identificar o que já está em uso, a instituição enxerga onde precisa agir. Alguns clientes precisarão estruturar a comissão responsável. Outros terão de rever contratos, criar regras internas, validar uma ferramenta, capacitar equipes ou implantar registros de auditoria. Também surgem situações em que o processo exige mudança tecnológica: controle de acesso, logs, integração com prontuário, anonimização, monitoramento de desempenho ou construção de uma aplicação própria. A empresa parceira continua acompanhando a conta. A DR² entra nas frentes que exigem competência clínica e tecnológica.

Quem é a DR²

A DR² ThinkTech é uma empresa brasileira de tecnologia em saúde fundada por médicos. Atua em IA clínica, automação assistencial, interoperabilidade, dashboards, validação e governança. O trabalho parte do fluxo real e incorpora revisão humana, logs, dados sintéticos, controle de acesso, rastreabilidade e limites clínicos explícitos. O site da DR² resume esse posicionamento em uma frase: Um hospital que pensa. Nós construímos a inteligência por trás dele. Esta parceria leva essa inteligência para dentro da carteira de empresas que já conhecem o hospital. Albert Bacelar de Sousa é médico intensivista e emergencista, gestor hospitalar, cientista e engenheiro de dados. Conduz arquitetura, dados, automação, agentes de IA e produto. Daniel Fernandes Duailibi é médico infectologista e intensivista, com atuação em gestão assistencial, qualidade, segurança do paciente e Lean Healthcare. Conduz a leitura clínica e institucional dos projetos. Clínica, gestão e engenharia entram na mesma decisão. Essa combinação reduz a distância entre a regra aprovada e a rotina que precisa cumpri-la.

Esta parceria começa por uma conta real.

A conversa foi desenhada para empresas que atendem organizações de saúde, mantêm relação ativa com decisores e identificaram uma situação concreta ligada ao uso de IA. Existe aderência quando a empresa atua com hospitais, clínicas, operadoras ou redes assistenciais, acessa diretoria, gestão médica, qualidade, tecnologia ou segurança, pretende continuar à frente da relação comercial e tem uma conta em discussão ou uma situação recorrente na carteira. Revenda de software, compra de treinamento avulso e indicação sem participação institucional ficam fora desta frente.

Três maneiras de entrar no cliente

As duas empresas aparecem. A empresa parceira e a DR² participam da apresentação e da condução do trabalho, com responsabilidades definidas antes da reunião. A DR² trabalha sob a marca da parceira. A DR² conduz a análise técnica segundo as regras de contato, confidencialidade, propriedade intelectual e uso de marca acordadas entre as empresas. A empresa faz a indicação. A DR² assume a contratação e a condução do projeto. A origem da conta e a participação da empresa parceira permanecem registradas no acordo comercial. A escolha acontece depois da análise da conta, do vínculo existente e do papel que a empresa pretende exercer.

A primeira conversa começa pelo que aconteceu dentro do cliente.

Queremos entender qual situação levou o tema à diretoria, quem levantou a questão, que ferramentas ou processos estão envolvidos, quem decide dentro da instituição, como sua empresa já atua nessa conta e qual papel pretende manter durante o trabalho. Ao final da conversa, ficam definidos a aderência da oportunidade, o papel de cada empresa e o próximo movimento diante da instituição.

A DR² falará diretamente com nosso cliente?

A interação seguirá o acordo firmado antes da primeira reunião. A empresa parceira mantém a liderança comercial e participa dos contatos definidos para a conta.

Precisamos chegar com um projeto pronto?

Uma situação concreta basta. Uso de IA sem registro, fornecedor em avaliação, política solicitada, comissão em formação, piloto sem validação ou incidente recente já oferecem matéria para análise.

A DR² trabalha sob a nossa marca?

Sim. Marca, apresentação, contato com o cliente, confidencialidade e propriedade intelectual ficam definidos por escrito antes do início.

A DR² emite certificado ou selo?

Não. A DR² estrutura governança, validação, controles e documentação. Avaliação para certificação pertence a organismo independente.

Que instituição apresenta melhor aderência?

Organização de saúde com uso atual ou contratação planejada de IA, patrocinador interno e acesso às áreas que respondem por assistência, qualidade, dados, tecnologia ou risco.

Traga a situação que já apareceu na sua carteira.

A DR² analisa a conta com você, identifica onde a competência técnica precisa entrar e preserva a liderança comercial de quem construiu a relação.

Conversar sobre uma conta

Reunião reservada entre decisores.

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